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Na
esteira do sucesso do primeiro filme, Conan - o Bárbaro, surge
a sequência de pouca expressão: Conan - o Destruidor.
O
filme contou com Dino De Laurentiis e a produção de Edward
R. Pressman, sendo dirigido por Richard Fleisher, mas não
surpreendeu e nem inovou, como era de se esperar.
Entre
os astros de peso da época, podemos destacar a cantora
Grace Jones e Sarah Douglas. Mako, o feiticeiro do primeiro
filme, continua nessa sequência, assim como Arnold Schwarzenegger,
no papel principal. A música continuou a cargo de Basil
Poledouris, que apresentou pouca novidade. A história
do filme é a seguinte:
Conan,
continuando sua vida de ladrão, é persuadido
pela rainha Taramis (que se apresenta como rainha de Shadizar,
embora, na verdade, Shadizar não tenha rainha alguma)
a ser o protetor de sua sobrinha, Jehnna, em uma viagem até
o castelo de um mago, para roubar uma certa chave, que os
levarão a um tesouro.
Conan
aceita, pois o pagamento para essa missão é
a ressurreição de Valéria, por intermédio
da magia.
No
caminho para o castelo do mago, Conan e seu amigo ladrão,
Malak, junto com Bombaata, o guarda-costa de Jehnna, e a própria
sobrinha da rainha, salvam o velho Akiro de canibais. Logo
depois, em uma aldeia, salvam uma guerreira negra, chamada
Zula, de um linchamento.

No
castelo de Toth-Amon, o mago que guarda a tal chave (uma jóia
chamada o Coração de Ahriman), Conan e seus
amigos enfrentam um terrível demônio, matam o
mago e fogem antes do castelo desabar.

Após
roubarem o Chifre de Dagoth, em um templo esquecido, Conan
e seus três amigos são traídos pelo sinistro
Bombaata, que foge com Jehnna de volta a Shadizar.

Ao
descobrir que o chifre irá ressuscitar um deus perverso
e que Jehnna será sacrificada, Conan retorna a Shadizar
e liquida seus inimigos, quase morrendo ao matar o deus Dagoth.
No
fim, Jehnna se torna rainha e Conan parte para novas aventuras,
mas essa é uma outra história...
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